imnotocake:

do you ever just want to redecorate your bedroom and change your hair and all your clothes and completely reinvent yourself but then realise it takes time and money then retreat to your bed and hate who you are

(Source: brianschecter)

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1 month ago

(Source: deliciousbrownkisses)

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1 month ago

dogbun:

astronomy-to-zoology:

A Black and Rufous Sengi (Rhynchocyon petersi) being adorable.

video source

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1 month ago

Quando eles dizem que o querem, não acho que o realmente queiram. Ou, pelo menos, querê-lo pelo que ele é, porque ele não é o que as pessoas querem, embora na televisão e nos livros e nas novelas o seja. Não digo sequer que seja pior, mas diferente é-o, de certeza. Porque o que vemos é uma grande nuvem cor-de-rosa coberta de mel, e isso não existe. O que existe são montanhas russas, reais, com a pintura a descascar e parafusos a fugir do sítio.
E talvez um dia eles dêem por eles próprios em frente a alguém que menos não se poderia assemelhar a um cavaleiro andante ou uma princesa glamorosa, mas sim em frente a uma criança, pequena, que chora pela mãe, e se apercebam que não há nada a fazer, que não há feitiços de qualquer bruxa boa que levantem aquela criatura miserável do chão e que transformem o nosso calor no calor maternal. Porque só ela sabe a solução para tudo, e nós nada. Nós somos os irmãos e os primos e os mirones que olham para as lágrimas e para a mão que as secam, vazios, imóveis, inúteis. E então talvez percebam que aquelas coisas que os grandes apaixonados da literatura sentem não quebram, na verdade, barreiras, nem chegam a lado nenhum, se não puderem. E talvez percebam que embora desejável, esse ardor de ser não é fácil, nem sempre, porque há momentos e há dias em que nada se pode fazer. E custa, e dói-nos e é horrível, mas é assim.

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1 month ago

"And I’d love to sing for you baby, I would sing all night long/ But it’s gonna take a lot from me/ To sit down with a beat/ And go and get all sweet/ And write another love song./ I’ll never write another love song."

-“No More Love Songs”, Wax

O monstro dos olhos verdes

É engraçado que começa sempre por um burburinho, um quase nada, e, quando damos por ele, temos uma tristeza feia espalhada pelas mãos que não sai com nada, nem com álcool. E não é por serem raparigas, é por serem pessoas, iguais a nós, escolhidas em vez de nós. E se racionalmente o consentimos, os nossos olhos baços não, o nosso palpitar amargurado não. E é uma hipocrisia que dói por todo o lado, porque, por um lado, estamos, sim, felizes que eles estejam felizes, mas por que é por outro, mais negro lado, nos dá a louca vontade de cair da janela mais próxima? E se calhar a morte nem doeria, talvez, e seria só o silêncio, surdo e branco e eterno.

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1 month ago
rubyetc:

soilbebs

rubyetc:

soilbebs

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2 months ago

"One day you fall for this boy, and he touches you with his fingers. And he burns holes in your skin with his mouth. And it hurts when you look at him, and it hurts when you don’t. And it fees like someone’s cut you open with a jagged piece of glass."

-Tracey, in “The Tracey Fragments”
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2 months ago

Talvez não esteja certo este perverso jogo que jogamos, quando lhes sorris histórias descabidas que só da tua boca poderiam parecer verdade, quando finjo não saber os segredos que sei, a medo que descubram. Mas os nossos olhares refulgem quando se tocam proibidos no ar, e no meio da comoção ninguém nota na nossa comoção, de nos vermos, de sermos, assim, tão perto e tão longe, e tão intensamente.
E embora assim sempre quedemos, em paralisada admiração suspensa e tão distante, é melhor não poder tocar a tua pele do que a tua saudade; e embora os meus dias já sejam mais solarengos, não há hora que passe em que não sinta aquele buraco enorme e negro e de arestas afiadas que me trespassa a meio e a fundo. E se precisares de mim fora da figura, lá estarei, mas tu continuarás para sempre na minha.

(Source: chainlinked)

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2 months ago

(Source: eikkibunny)

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2 months ago

I find no interest in empty conversations and questions that remain untruthfully answered. I long for the silence that will drown their incessant screeching. For I frankly see no point in what these simians call socialising, mingling or even talking. I want no part in their idle chatter, their superfluous words. I am deeply sorry to those who I offend with my ‘antisocial behaviour’, my ravenous need to be alone. It is not that I am incapable of doing it normally, actual communication, it is just that I choose not to in their insufferable presence.

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